Thursday, 15 December 2011
Today's imaginary outfit
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Wednesday, 14 December 2011
Patite
Cuidar da saúde é cena de adultos, como pagar impostos, por exemplo. Como eu já sou adulta, resolvi debruçar-me sobre a problemática dos sinais. Vi aquele vídeo (que toda a gente andou a partilhar no fb) hiper-comovente dos sinais a que ninguém liga e que depois vai-se-a-ver são malignos e a pessoa só não morre por um triz, e, inspirada por ele, agarrei no meu cartão do seguro e lá fui, muito adulta e cheia de amor à vida, mostrar os meus sinais à doutora.
O que estava abaixo do lábio e um junto ao umbigo já foram aniquilados com um poderoso laser. Tremeliquei de medo, senti a pulsação a infinitos à hora, mas lá me deitei na marquesa, levei uma pica na cara e na barriga (que contraste tão lírico, uma injecção que dói horrores e, segundos depois, depois um delicioso entorpecimento) para depois a doutora escarafunchar com a sua caneta aniquiladora. Saí com um penso enorme na cara e fui trabalhar. O seguro achou que não corria perigo de vida eminente com estes sinais, por isso mandou-me pagar.
Uma semana depois (ontem, portanto), fui tirar um dos 4 sinais que tenho do pé. Se no episódio laser me tinha portado como uma senhora, aqui só não me saiu um expressivo "FO...-SE!!" porque mordi a almofada. Ela avisou-me: "isto é uma cirurgia, leva pontos, é no bloco operatório", mas eu estava tão fã daquela coisa do laser e da minha estranha tolerância à injecção da anestesia na cara, que pensei 'pff, bring it.' Mas não. Levar uma injecção de anestesia no meio da planta do pé, mesmo no sítio das cócegas, é uma dor dilacerante. Lá guinchei, a enfermeira a dizer para lhe apertar a mão, e um minuto depois estava com o pé ligado e muita peninha de mim própria. Este o seguro já pagou, que os sinais no pé são perigosos (diz que sim).
Agora penso: tenho mais 3 sinais no pé. No mesmo pé. Por mim nem os pontos tirava, quanto mais repetir a experiência! Contudo, apesar das dores e de sentir a pulsação na planta do pé, não posso deixar de reconhecer o lado positivo da coisa (uma pista: começa com 'm' e acaba com 'imo'): tive direito a uma tábua na banheira para tomar banho de imersão com o pé doente apoiado sobre ela, tive um ovo Kinder (essencial para curar 'patites, como é do conhecimento geral) e, basicamente, um namorado a fazer de mordomo jeitoso e pronto a satisfazer todas as minhas necessidades (desde as mais essenciais até àquelas que podem eventualmente, de um certo ponto de vista e em determinadas circunstâncias, parecer, digamos... um capricho).
O que estava abaixo do lábio e um junto ao umbigo já foram aniquilados com um poderoso laser. Tremeliquei de medo, senti a pulsação a infinitos à hora, mas lá me deitei na marquesa, levei uma pica na cara e na barriga (que contraste tão lírico, uma injecção que dói horrores e, segundos depois, depois um delicioso entorpecimento) para depois a doutora escarafunchar com a sua caneta aniquiladora. Saí com um penso enorme na cara e fui trabalhar. O seguro achou que não corria perigo de vida eminente com estes sinais, por isso mandou-me pagar.
Uma semana depois (ontem, portanto), fui tirar um dos 4 sinais que tenho do pé. Se no episódio laser me tinha portado como uma senhora, aqui só não me saiu um expressivo "FO...-SE!!" porque mordi a almofada. Ela avisou-me: "isto é uma cirurgia, leva pontos, é no bloco operatório", mas eu estava tão fã daquela coisa do laser e da minha estranha tolerância à injecção da anestesia na cara, que pensei 'pff, bring it.' Mas não. Levar uma injecção de anestesia no meio da planta do pé, mesmo no sítio das cócegas, é uma dor dilacerante. Lá guinchei, a enfermeira a dizer para lhe apertar a mão, e um minuto depois estava com o pé ligado e muita peninha de mim própria. Este o seguro já pagou, que os sinais no pé são perigosos (diz que sim).
Agora penso: tenho mais 3 sinais no pé. No mesmo pé. Por mim nem os pontos tirava, quanto mais repetir a experiência! Contudo, apesar das dores e de sentir a pulsação na planta do pé, não posso deixar de reconhecer o lado positivo da coisa (uma pista: começa com 'm' e acaba com 'imo'): tive direito a uma tábua na banheira para tomar banho de imersão com o pé doente apoiado sobre ela, tive um ovo Kinder (essencial para curar 'patites, como é do conhecimento geral) e, basicamente, um namorado a fazer de mordomo jeitoso e pronto a satisfazer todas as minhas necessidades (desde as mais essenciais até àquelas que podem eventualmente, de um certo ponto de vista e em determinadas circunstâncias, parecer, digamos... um capricho).
Monday, 12 December 2011
What I wore today
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Sunday, 11 December 2011
I LOVE MARNI
Felizmente, sonhar é de graça. Eu cá sonho muito com tudo o que é Marni, sou uma grande, grande fã dos padrões deles e das paletas de cores. Não sei racionalizar muito bem o que tanto adoro nas roupas e calçado (e aqueles colares giríssimos com acrílicos) Marni, mas se tivesse dinheiro ao ponto de não me fazer diferença, era disto que vestia dos pés à cabeça. Deles, tenho umas botas que o Pai Natal me deu há uns 3 anos, que uso muito desde então e das quais tenciono continuar a abusar por muitos e muitos anos. Quando eram novinhas eram assim:
Hoje estão um bocadinho estrafegadas, digamos, saltou-me um parafuso na frente, já levaram praí com 3 solas de borracha e estão cada vez mais bonitas. São muito confortáveis e completamente todo-o-terreno. São carotas? Sim, talvez, mas não são botas de usar um inverno e deitar fora...
Estou para ver o que sai da colaboração deles com a H&M (depois daquela coisa pavorosa com a Versace...)
Marni sleeveless top, $610
Marni wool skirt, £424
Marni high heels, $795
Marni leather clutch, $980
Marni clip on earrings, $340
Pure Lip Gloss - No. 01 Pure Nude - YVES SAINT LAURENT - Cosmetics &..., £21
Ellis Faas 'E108' Creamy Eyes, £23
Chanel Laque Brillance Extreme Extreme Shine Nails Lacquer, $25
Monday, 28 November 2011
Fazer bem feito.
Pois hoje, ao ver a campanha do 'Perfect Match', fiquei com pena de a ideia não ter sido excelentemente executada. Agora que o meu trabalho é precisamente a comunicação, reconheço que o maior desafio é fazer bem feito. E, na comunicação e nas áreas criativas, não há desculpa para falhar. É preciso racionalizar a mensagem, testar as palavras, perceber o que funciona e o que não funciona e, principalmente, compreender melhor do que ninguém o produto.
Dito isto, talvez o melhor seja até dar um ou dois exemplos que, creio eu, não falham NUNCA. Por exemplo, o Net-A-Porter:
[Btw, isto está assim às postas porque tive que fazer vários printscreens, que o meu monitor é mini.] O Net-A-Porter envia novidades todas as semanas através de newsletters muito simples, mas muito bem desenhadas, com um ar super limpo, e - o mais importante - muitíssimo inspiradoras. Creio que é um pouco disto que falta à Zilian: afinar a apresentação. O produto é bom, só precisa de ser comunicado de uma forma mais edificante. E não faltam bons stylists por aí, senão a Fashion Clinic não faria as suas newsletters tão bem:
Podemos falar em segmentos diferentes, em alvos de mercado diferentes, e podemos dizer que não se compara o que é diferente, é claro. Mas parece-me que o problema aqui é que, nos 5 segundos em que se abre um e-mail destes e se fica a olhar para a imagem, não há aquele 'click' que nos faz sonhar, não se activa qualquer desejo. Pois com as newsletters da Net-A-Porter e da FC eu sonho. MUITO.
Aqui vê-se uma botas parecidas, rasas, cordões, um bocadinho masculinas, combinadas com uma carteira mais estruturada, com um aspecto mais 'técnico', como que a fingir que a preocupação aqui é mais funcional do que estética (mentira, claro, hello! :). Umas botas deste género, como as da Zillian, pedem que se brinque com peças mais andróginas, preppy, pouquíssimos acessórios, para que no fim a coisa resulte despretensiosa.
Passando ao par do canto inferior esquerdo, do sapato azul com a mala castanha com textura a imitar um padrão animal - TÁ MALE! MALE! Net-A-Porter, please show us how it's done!
Ora, aqui o sapato não é exactamente idêntico, como bem se vê, mas é o mesmo género. Em camurça, num tom de outono, com uma sola que sugere que é um sapato de todos os dias. Em vez de combinar com uma mala mais urbana como a da foto acima, a Zilian parece ter olhado só à complementaridade da cor (azul turquesa e castanho caramelo são, em teoria, cores muito combináveis), descurando o facto de serem de ondas completamente diferentes. A mala com alça curta não é tão prática como o sapato sugere, e as texturas não se relacionam minimamente, nem o contraste é suficientemente eficaz.
NEXT!
No canto superior direito: as sapatilhas com 'gola' dobrada e mala vermelha. Zilian, feel free to take notes:
No exemplo da Zilian, não há lógica na combinação das sapatilhas high-top em tons terra com a carteira vermelha, que, por si só, não é uma mala básica espectacular. De facto, o mais simples é o mais difícil de fazer.
Nos pares do canto inferior direito e do centro, não tenho muito para apontar, a não ser que lhes falta criatividade e arrojo, e que nem um nem outro me inspiram por aí além. Nem um nem outro fazem com que tente convencer-me a mim própria de que estou mesmo a precisar de uns sapatos assim ou de umas carteiras assim.
Agora, não digo que faria isto melhor que a Zilian, digo apenas que, enquanto cliente e fã, gostaria que a marca melhorasse e dignificasse mais a apresentação dos seus produtos, que são excelentes! E para demonstrar que esta minha crítica tem um cariz construtivo e que eu e a Zilian não estamos de relações cortadas: QUERO UM PAR DE CADA COR!
Sunday, 13 November 2011
Já pedi ao Pai Natal...
... mas, pelo sim, pelo não, vou juntando uns trocos até lá!
São Prada, são maravilhosas, têm um laçarote fofinho, e custam 320 euros. *suspiro* Vi-as na loja online da marca, mas tenho esperança de que estejam na loja da Av. da Liberdade à minha espera.
São Prada, são maravilhosas, têm um laçarote fofinho, e custam 320 euros. *suspiro* Vi-as na loja online da marca, mas tenho esperança de que estejam na loja da Av. da Liberdade à minha espera.
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